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http://www.youtube.com/watch?v=j6N91j38MAA&feature=share&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3Dj6N91j38MAA%26feature%3Dshare&gl=BR

Nesta entrevista, Dra. Maria Cristina Kupfer – professora titular do Instituto de Psicologia da USP e fundadora da Associação Lugar de Vida – Centro de Educação Terapêutica – fala sobre o movimento institucional que se criou em oposição ao edital lançado pela Secretária de Saúde do Estado de São Paulo que afirma as terapias cognitivos comportamentais como único tratamento possível nos casos de pessoas com o diagnóstico de autismo, assim como ao fechamento do CRIA – Centro de Referência da Infância e Adolescência – com diretriz psicanalítica.  A partir da figura da professora Cristina Kupfer se inicia esse movimento em defesa da psicanálise como via de tratamento do autismo, e mais do que isso, contra a atitude da Secretária de Saúde em se autorizar a legitimar como cientificas certas práticas e não outras, uma vez ela “não tem esse mandato social”.

Podemos então nos perguntar: Que movimentos e práticas vão sendo legitimadas diante de documentos como esse? Que forças estão em jogo?

 No vídeo a professora também  nos fala da forma psicanalítica de entender o autismo.

 O que podemos aproveitar dessa forma de ver o autismo em nossas vivências cotidianas?

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