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http://oglobo.globo.com/educacao/pais-de-autistas-vivem-drama-para-manter-filhos-no-ensino-regular-7992770

http://oglobo.globo.com/educacao/a-escola-tem-que-educar-todos-diz-claudia-grabois-7992793

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/1247106-o-autismo-na-era-da-indignacao.shtml

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Essas reportagens saíram na mídia ao longo dessas últimas semanas e abordam a temática da inclusão, focando na questão do autismo. Muitas definições e ponderações sobre o autismo são feitas ao longo das reportagens. Devemos lê-las com nosso senso crítico em alerta, podendo separar aquilo que queremos acrescentar a nossos conhecimentos, e aquelas que não nos serve. E sempre tomando cuidado para não elevar os discursos ao status de verdade.

Juntando vivências pessoais de pais e crianças, leis recentemente instituídas, o que aparece na mídia e experiências escolares, as reportagens, cada uma a seu modo, fala do autismo hoje e questiona as escolas e as formas de acolhimento que vem sendo dadas as crianças consideradas autistas; falam também de direitos, o direito a educação regular, a uma vivência de qualidade na escola e as dificuldades que tem sido enfrentas nesse campo – como garantir tanto o direito ao ensino regular quanto a qualidade dessa experiência? Essa é uma pergunta que ainda não se tem resposta.

A escola tem por obrigação aceitar todas as crianças e garantir todos os recursos, inclusive humanos, necessários para que ela desfrute da escola com qualidade. Segundo as leis desse país, cabe a escola fazer a inclusão.

Como as escolas que estamos inseridos tem feito inclusão? É possível, hoje, delegar a escola sozinha essa tarefa?

Diante disso como ficamos nós, mediadores?

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