Em um exercício de questionamento e reflexão sobre o que apostamos como uma real inclusão social, leiam a reportagem da Folha de São Paulo sobre a história de um pai que acompanhou a experiência escolar e universitária de seu filho. 

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1258690-pai-assiste-aulas-e-ajuda-filho-com-paralisia-a-se-formar-jornalista.shtml

Algumas perguntas surgiram…

  • Cabe a um membro da família ocupar o papel de mediador escolar?
  • O papel de mediador que é ocupado pelo pai promove um exercício de construção de autonomia?

Que outras perguntas podemos nos fazer?

 

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